Estamos cá e lá, entre planícies e edifícios E além, muito além, da láctea via Podemos ouvir através da luz Pergunte... Sinta e entenda, agora, sempre São tantos milagres a exaltar... Tudo baila, vibra, migra sem pausa E é cantado pelos violinos e explosões... São guias, meteoros, sentinelas Aplauda sua estrela-nascente, e... Seja um soneto infinito, criado pela lua... Musa astral, misteriosa e evoluída Reflita sobre a deliciosa audácia da Terra Deusa revolucionária, gloriosa e fértil Senhora generosa da concepção Na magia desse amor traduzido e saudável Bruto e inconfundível... Molecular e gigantesco!
12/09/2024 Ana Luiza Lettiere Corrêa (Ana Lettiere)
A chuva é como um conto que vem macio Fininha, chega abençoando ramas e raízes Com vontade e sem distinção De azul a escarlate, quebrando o cinza... Uma dama serena nutrindo seus filhos Do sonho à realidade, somente um passo... O primeiro, o que precisa da luz... Para respirar e crescer acolhendo ninhos Ah, essa natureza... Ela é o grande verso Para os que dormem e os que acordam... Querendo criar pontes, é rainha... Aquela, que ostenta um amanhã que os sábios ocultam Somos abelhas... Trabalho e poder Temos a fórmula, o dom e a permissão Para uma fonte de alegria e fraternidade Pegadas, onde o verde é vencedor
12/09/2024 Ana Luiza Lettiere Corrêa (Ana Lettiere)